segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Banda Asa de Águia escapa de acidente





 





Um jatinho que levava a banda Asa de Águia quase bateu de frente com um avião monomotor que havia acabado de pousar no pequeno aeroporto de Caruaru (PE). A aeronave que transportava o grupo baiano se preparava para alçar voo, quando um avião de instrução pousou na pista. De acordo com a Folha Online, ao perceber que estava diante do ultraleve modelo Paulistinha, o jato decolou antes da hora. Isso quase fez a aeronave de médio porte cair, já que a decolagem precoce comprometeu a sustentação necessária para se manter no ar. Dentro do jatinho, um Citation 550, estavam o piloto, o co-piloto e mais seis músicos do Asa de Águia que retornavam de um show. O episódio ocorreu na manhã do último domingo (21), mas só agora a notícia do incidente e as imagens foram divulgados. Segundo a Folha, que obteve um relatório sobre a quase colisão, a Aeronáutica investiga o caso. Os aviões chegaram a ficar a apenas cinco metros de distância um do outro.

Acidente com bondinho no Rj



Acidente com bondinho no RJ deixa cinco mortos e mais de 50 feridos

Cinco pessoas morreram e 57 pessoas ficaram feridas, após acidente com um bonde que descarrilhou e tombou em Santa Tereza, no Rio de Janeiro, na tarde deste sábado (27).
De acordo com a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, 54 feridos foram enviados ao hospital Souza Aguiar. Deles, cinco foram transferidos para o Miguel Couto, seis para o Andaraí e um para o Salgado Filho.
Também foram confirmados quatro óbitos no local e um outro ao chegar no hospital, o do condutor do bondinho, Nelson Correia da Silva, que foi a primeira vítima fatal confirmada.
Segundo o policial Mario de Oliveira Neto, do 5º DPM, que era amigo do condutor e foi uma das primeiras autoridades a chegar ao local, Silva trabalhava na linha há mais de 30 anos.
O comandante geral do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, Sérgio Simões, afirmou que quatro vítimas estão em estado grave, duas delas com traumatismo craniano.


Beyoncé Grávida rouba a ceba no VMA!

 


A estrela da música pop Lady Gaga levou dois prêmios e Katy Perry três, incluindo vídeo do ano, mas foi Beyoncé que roubou a cena no domingo ao aparecer grávida no MTV Video Music Awards (VMA) 2011, em Los Angeles.
A premiação a cada ano oferece surpresas e apresentações estravagantes. No ano passado foi o vestido de carne de Lady Gaga e em 2010 foi a interrupção do discurso de Taylor Swift por parte de Kanye West. Este ano o centro das atenções foi a confirmação da gravidez de Beyoncé. A cantora posou para os fotógrafos de vestido vermelho exibindo suas novas formas. Mais tarde, interpretou "Love on top" e declarou:
- Quero que sintam o amor que está crescendo dentro de mim - disse ao sorrir e acariciar a barriga.
O marido de Beyoncé, o rapper Jay-Z, se emocionou com a performance da cantora.
Lady Gaga abriu a noite cantando "You and I", vestida como seu alter ego masculino, Joe Calderone. A diva pop faturou os prêmios de melhor vídeo feminino e melhor vídeo com mensagem por "Born this way".
- Queria muito agradecer pela Lady Gaga, que não veio. Sei que se ela estivesse aqui, iria gostar de agradecer os seus monstrinhos. Eu sou abençoada de estar aqui. Não importa quem você é: gay, lésbica ou transexual, você nasceu assim - afirmou a cantora travestida de Joe Calderone.
Foi Lady Gaga quem entregou a Britney Spears o prêmio Michael Jackson, em homenagem à sua carreira. A cantora tentou dar um selinho na princesinha do pop, que recusou:
- Não, eu já fiz isso uma vez" - brincou, referindo-se ao beijo que deu em Madonna na premiação em 2003.
Britney Spears também ganhou o prêmio de melhor vídeo pop por "Till the world end".
A grande vencedora da noite foi Katy Perry, que levou para a casa o prêmio de vídeo do ano, o principal da noite, por "Firework".
- Meu Deus do céu, quero muito agradecer a todos vocês. Estou muito orgulhosa. Muito obrigada a todos que me ajudaram, à minha equipe, e por último, mas não menos importante, muito obrigada ao meu marido - afirmou a cantora, que também faturou o prêmio de melhor parceria musical por "E.T.", onde contou com a participação de Kanye West, e um troféu pelos melhores efeitos especiais pelo mesmo clipe.
Uma noite muito emocinante que contou com Bruno Mars fazendo tributo a Amy Winehouse e Lil Wayne encerando a noite com sua apresentação,sem contar com a super diva Jessie J que cantou vários sucessos nos intervalos das prêmiações mesmo estando impossibilitada!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sente saudades de alguém? #Mod1

UHUM! AMORES

Pergunte To → ßruno ßyoê ^^

As vezes tudo o que eu preciso é de um pouco de música bem alta né?!

Sim, faz muito bem , a alma se acalma a gente relaxa ou então se deixa levar e se joga no embalo!
AMO MÚSICA...

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Gravidez na adolescencia








 

 A adolescência corresponde ao período da vida entre os 10 e 19 anos, no qual ocorrem profundas mudanças, caracterizadas principalmente por crescimento rápido, surgimento das características sexuais secundárias, conscientização da sexualidade, estruturação da personalidade, adaptação ambiental e integração social.
Com a introdução dos cuidados de puericultura, melhores condições nutricionais, programas de vacinação, entre outros, tem havido diminuição da mortalidade infantil, o que resulta no aumento da população de adolescentes. No Brasil, corresponde a 20,8% da população geral, sendo 10% na faixa de 10 a 14 anos e 10,8% de 15 a 19 anos, estimando-se que a população feminina seja de 17.491.139 pessoas1.
A análise do perfil de morbidade desta faixa da população tem revelado a presença de doenças crônicas, transtornos psico-sociais, fármaco-dependência, doenças sexualmente transmissíveis e problemas relacionados à gravidez, parto e puerpério.
A gravidez neste grupo populacional vem sendo considerada, em alguns países, problema de saúde pública, uma vez que pode acarretar complicações obstétricas, com repercussões para a mãe e o recém-nascido, bem como problemas psico-sociais e econômicos.
Quanto à evolução da gestação, existem referências a maior incidência de anemia materna, doença hipertensiva específica da gravidez, desproporção céfalo-pélvica, infecção urinária, prematuridade, placenta prévia, baixo peso ao nascer, sofrimento fetal agudo intra-parto, complicações no parto (lesões no canal de parto e hemorragias) e puerpério (endometrite, infecções, deiscência de incisões, dificuldade para amamentar, entre outros)2-5.
No entanto, alguns autores sustentam a idéia de que, a gravidez pode ser bem tolerada pelas adolescentes, desde que elas recebam assistência pré-natal adequada, ou seja, precocemente e de forma regular, durante todo o período gestacional6, o que nem sempre acontece, devido a vários fatores, que vão desde a dificuldade de reconhecimento e aceitação da gestação pela jovem até a dificuldade para o agendamento da consulta inicial do pré-natal.
Têm sido citados também efeitos negativos na qualidade de vida das jovens que engravidam, com prejuízo no seu crescimento pessoal e profissional7,8. Segundo Blum9, 53% das adolescentes que engravidam completam o segundo grau, enquanto que, entre as adolescentes que não engravidam, essa cifra corresponde a 95%. Há, portanto, necessidade de avaliação quantitativa e qualitativa da questão, principalmente nos países em desenvolvimento, para verificação da necessidade da adoção de medidas pertinentes a sua prevenção e direcioná-las aos grupos mais vulneráveis.
Os países desenvolvidos estão, há algum tempo, interessados nesta questão. Nos Estados Unidos, Spitz et al. (1996)10, ocorreu um aumento de 8,8% em 1980 para 9,6% em 1990, na população de 15 a 19 anos e, de 7,4% em 1980 para 8,4% em 1990, na população com menos de 15 anos11. No Brasil tem sido referido aumento da incidência da gravidez nesta faixa etária, com cifras que vão de 14 a 22%8,12-14. Alguns estudos têm sido realizados, sugerindo a necessidade de estratégias para a prevenção devido às repercussões negativas sobre a saúde do binômio mãe-filho e principalmente, sobre as perspectivas de vida futura de ambos.
As tentativas de prevenção devem levar em consideração o conhecimento dos chamados fatores predisponentes ou situações precursoras da gravidez na adolescência, tais como: baixa auto-estima, dificuldade escolar, abuso de álcool e drogas, comunicação familiar escassa, conflitos familiares, pai ausente e ou rejeitador, violência física, psicológica e sexual, rejeição familiar pela atividade sexual e gravidez fora do casamento. Tem sido ainda referidos: separação dos pais, amigas grávidas na adolescência, problemas de saúde e mães que engravidaram na adolescência15. Por outro lado, alguns estudos sugerem que, entre as adolescentes que não engravidam, os pais têm melhor nível de educação, maior religiosidade e ambos trabalham fora de casa16,17.
É importante lembrar também, que deve ser incluída nas estratégias de prevenção, a averiguação de atitudes frente a adolescente que engravidou. Existem evidências do abandono escolar, por pressão da família, pelo fato da adolescente sentir vergonha devido à gravidez, e ainda, por achar que "agora não é necessário estudar". Pode haver também rejeição da própria escola, por pressão dos colegas ou seus familiares e até de alguns professores. Em 1990, Upchurch e McCarthy18 relataram em seu estudo que, 39% de adolescentes grávidas abandonaram a escola, enquanto que entre as não grávidas o abandono foi de 19%. Quanto ao retorno à escola e graduação, 30% de adolescentes que tinham engravidado voltaram e concluíram os estudos; quando não houve gravidez essa cifra correspondeu a 85%.
É importante, na abordagem de medidas preventivas, considerar quais adolescentes estão mais expostas ao risco de engravidar. Entre 7.134 partos de adolescentes ocorridos no município de Ribeirão Preto, São Paulo, observa-se entre gestantes adolescentes, cifras significantemente maiores entre aquelas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), quando comparadas com jovens atendidas pelo sistema pré-pago (Convênio ou Particular), ou seja: 2,1% corresponderam a categoria particular, 17,9% a categoria convênio e 80,0% a categoria SUS. Segundo Rocha et al. (1997)19 a categoria de internação pode representar a categoria social ao qual o indivíduo pertence, considerando o grupo atendido pelo SUS, como população de baixa renda.
Esses dados são preocupantes devido às possíveis repercussões psico-sociais acarretadas pela gestação precoce. Considerando-se que, a gravidez na adolescência pode resultar no abandono escolar e que, o retorno aos estudos se dá em menores proporções, torna-se difícil a profissionalização e o ingresso no grupo de população economicamente ativa, com agravamento das condições de vida de pessoas já em situação econômica desfavorável18,20,21.
Consideramos de grande importância conhecer a problemática no Brasil, em suas diferentes regiões, bem como identificar a população mais vulnerável aos efeitos negativos, que a gravidez possa acarretar, tanto para a mãe como para a criança. Assim devem ser estimulados os projetos e programas que visam a abordagem do tema, principalmente no que diz respeito a sua prevenção e também viabilizar publicações a esse respeito.
Neste sentido encontramos publicado no presente número deste valioso periódico, trabalho cujo capítulo é Gestação na Adolescência Precoce e Tardia – há diferença nos riscos obstétricos. Trata-se de estudo transversal, com avaliação analítica de um número considerável de adolescentes grávidas, atendidas em centro de atendimento terciário, considerando-se variáveis relacionadas a evolução da gestação e condições do recém-nascido, retratando de maneira adequada alguns aspectos da gestação na adolescência.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Tem preconceito contra transexuais?

não, pois eles tbm são seres humanos e mais dignos que muitos heteros que conheço, cada um tem que cuidar de sua vida e deixar a dos outros de lado a vida é tão curta e temos tantos problemas pra querer cuidar da vida alheia!

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